Devemos aprender que choro é alívio. E que todas as lágrimas sentidas devem ser devidamente liberadas.
Devemos aprender que nada dura e que o tempo cura. Então, ao invés de desesperar, precisamos apenas esperar.
Devemos aprender que preto realmente emagrece, que batata realmente engorda, que a vida passa e não volta.
Que sinal amarelo é para diminuir a velocidade, e não para aumentá-la em busca de evitar o vermelho. Que a conta do cartão de crédito vai (sim!) chegar e a do celular também e a das coisas erradas que fazemos, talvez não chegue.
Porque devemos aprender que de repente haja um julgamento depois da vida. Mas talvez não. E que talvez haja deus. Talvez não. E que tudo isso não faz a menor diferença, uma vez que enquanto aqui, de nada saberemos.
Devemos aprender que não se anda de vidro aberto, que álcool para esquecer nem sempre dá certo, que ver problemas de longe é bem pior do que enfrentá-los de perto.
Aprender que a torneira deve ser fechada enquanto escovamos os dentes, porque a água do planeta vai, de fato, acabar. Que se beber, não deve digitar, que em privada pública não deve se sentar.
Devemos aprender a reconhecer as pessoas importantes na nossa vida. E aprender a preservá-las, já que são tão raras.
Aprender a dizer desculpa, obrigado, dá licença, por favor. A reconhecer o erro, a trabalhar pela pátria, a desperdiçar menos.
Devemos aprender a confiar nessa voz que fala dentro de nós. Por algum motivo ela sempre sabe o que diz.
E devemos reconhecer que nem tudo aprendemos, mas o importante é tentar.
E se alguém aí já aprendeu a fazer essas coisas, depois me ensina, porque preciso acertar.
Devemos aprender que nada dura e que o tempo cura. Então, ao invés de desesperar, precisamos apenas esperar.
Devemos aprender que preto realmente emagrece, que batata realmente engorda, que a vida passa e não volta.
Que sinal amarelo é para diminuir a velocidade, e não para aumentá-la em busca de evitar o vermelho. Que a conta do cartão de crédito vai (sim!) chegar e a do celular também e a das coisas erradas que fazemos, talvez não chegue.
Porque devemos aprender que de repente haja um julgamento depois da vida. Mas talvez não. E que talvez haja deus. Talvez não. E que tudo isso não faz a menor diferença, uma vez que enquanto aqui, de nada saberemos.
Devemos aprender que não se anda de vidro aberto, que álcool para esquecer nem sempre dá certo, que ver problemas de longe é bem pior do que enfrentá-los de perto.
Aprender que a torneira deve ser fechada enquanto escovamos os dentes, porque a água do planeta vai, de fato, acabar. Que se beber, não deve digitar, que em privada pública não deve se sentar.
Devemos aprender a reconhecer as pessoas importantes na nossa vida. E aprender a preservá-las, já que são tão raras.
Aprender a dizer desculpa, obrigado, dá licença, por favor. A reconhecer o erro, a trabalhar pela pátria, a desperdiçar menos.
Devemos aprender a confiar nessa voz que fala dentro de nós. Por algum motivo ela sempre sabe o que diz.
E devemos reconhecer que nem tudo aprendemos, mas o importante é tentar.
E se alguém aí já aprendeu a fazer essas coisas, depois me ensina, porque preciso acertar.
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