Esses meios, onde todo mundo encontra meios de ser meio tudo, não me atraem. É... esses lugares onde todas as mulheres dançam bem, com sorrisinhos e dedos para cima, e olham para homens igualmente bestificados com todos esses tipos de padrão. – Eu não gosto.
Porque ao contrário das pessoas destes meios, eu sou meio alternativa.
Gosto de ver o que tem fora do circuito pop-hip-hop-posto 9. E demoro horas, todas as vezes que quero sair, para encontrar esses meios alternativos, cheios de outros meio alternativos, como eu.
Porque nós gostamos de não gostar do igual. E passamos a vida descobrindo becos pela cidade que ninguém conhece ou que, pelo menos, outros meios não freqüentam. Azulejos amarelados, mesas charmosas, música brasileira.
O problema é que esses lugares duram pouco. Porque eles são logo descobertos por outros e outros e passam a fazer parte de um novo meio; o meio do circuito. E, como eu disse, meio alternativos não gostam do meio do circuito. Inicia-se outra caça por um meio mais escondido, menos conhecido.
Mas existem vezes que a gente não encontra. São os finais de semana que não oferecem nada além de fila na entrada, fila no banheiro, fila para pagar. E mesmo aqueles azulejos amarelados com música brasileira, já estão mais limpinhos, se rendendo à moda e ao igual.
E é aí que está a vantagem de ser meio alternativo.
Eu, que sou meio assim, conto com o meu outro lado, meu outro meio. E como boa meia alternativa, tenho toda uma outra metade, meio igual, meio do circuito.
É bem verdade que esse meu meio, meio que não me agrada tanto. E é por isso que, na maioria das vezes, eu fico completamente meio alternativa. Porém, na emergência da falta do que fazer, viro meio do circuito.
E encontro meios com outras pistas, muitas luzes, muito inteiras, nada meio. E me encontro um pouco também. - E não só a mim! Encontro vários outros meio alternativos que, provavelmente, estão sem meio também.
Porque ao contrário das pessoas destes meios, eu sou meio alternativa.
Gosto de ver o que tem fora do circuito pop-hip-hop-posto 9. E demoro horas, todas as vezes que quero sair, para encontrar esses meios alternativos, cheios de outros meio alternativos, como eu.
Porque nós gostamos de não gostar do igual. E passamos a vida descobrindo becos pela cidade que ninguém conhece ou que, pelo menos, outros meios não freqüentam. Azulejos amarelados, mesas charmosas, música brasileira.
O problema é que esses lugares duram pouco. Porque eles são logo descobertos por outros e outros e passam a fazer parte de um novo meio; o meio do circuito. E, como eu disse, meio alternativos não gostam do meio do circuito. Inicia-se outra caça por um meio mais escondido, menos conhecido.
Mas existem vezes que a gente não encontra. São os finais de semana que não oferecem nada além de fila na entrada, fila no banheiro, fila para pagar. E mesmo aqueles azulejos amarelados com música brasileira, já estão mais limpinhos, se rendendo à moda e ao igual.
E é aí que está a vantagem de ser meio alternativo.
Eu, que sou meio assim, conto com o meu outro lado, meu outro meio. E como boa meia alternativa, tenho toda uma outra metade, meio igual, meio do circuito.
É bem verdade que esse meu meio, meio que não me agrada tanto. E é por isso que, na maioria das vezes, eu fico completamente meio alternativa. Porém, na emergência da falta do que fazer, viro meio do circuito.
E encontro meios com outras pistas, muitas luzes, muito inteiras, nada meio. E me encontro um pouco também. - E não só a mim! Encontro vários outros meio alternativos que, provavelmente, estão sem meio também.
Um comentário:
Bruna;
São esses meios q nos completam... afinal, que disse que somos obrigados a gostar o q todo mundo gosta? super certa, bjss!!
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